7/06/2016

Relactação – O que é? Como fazer?

Existe casos em que a  técnica é utilizada: quando o bebê pára de mamar no peito por muito tempo; em bebês que estiveram internados por um longo período; e nos casos de mães adotivas, pois a sucção estimula a produção de leite. Este processo funciona, mas não é imediato, por ser necessário no mínimo 02 semanas para que a produção de leite aumente. Por isso, é preciso ter paciência. Durante a relactação é fundamental que não dê mamadeira ao bebê. Quando sua produção de leite for aumentando, diminua o uso da sonda lentamente até que fique exclusivamente no peito.


Mas, afinal, o que é relactação?
A relactação é uma técnica que consiste em inserir leite artificial na alimentação do bebê – através de uma sonda – que se encontra no peito da mãe, simulando uma amamentação.

Como fazer essa técnica?

Para fazer a relactação caseira com sonda deve-se:

  • Comprar uma sonda nasogástrica para crianças de tamanho 4 ou 5, de acordo com a orientação do pediatra. Estas sondas podem ser compradas em farmácias ou drogarias;
  • Colocar o leite artificial ou do banco de leite humano em um copinho, na seringa ou mesmo na mamadeira;
  • Colocar uma ponta da sonda, furando o bico da mamadeira ou adaptando à seringa;;
  • Colocar a outra ponta da sonda perto do mamilo, fixando-a com fita adesiva, por exemplo;
  • Colocar o bebê no colo para amamentar normalmente.
Dica:
O recipiente com o leite deve estar sempre mais alto do que o peito e nunca no colo, para que o leite desça pela sonda facilmente.
Desta forma, o bebê ao colocar a boca na mama, abocanha o mamilo e a sonda simultaneamente e ao sugar, apesar de beber o leite em pó, tem a sensação de estar mamando no seio da mãe.
Outra solução mais prática para fazer a relactação é comprar um kit da Mamatutti ou Medela, onde que só tem de colocar o leite em pó no recipiente e fixar a ponta da sonda perto do mamilo
Tudo que for aplicado para promover um bom desenvolvimento do seu bebê, assim como essa técnica, é sempre válido.  Nunca se esqueça que o pediatra deve ser seu melhor amigo.

6/04/2016

Engravidei depois do parto, o que fazer?

Nos dois primeiros meses após o nascimento do bebê, alguns especialistas recomendam que a mulher deve evitar a relação sexual, alegando que o corpo necessita se recompor de todo o estresse e mudanças que teve ao longo dos meses de gestação. Outros, preferem manter os conhecidos 40 dias de resguardo, mas isso deve ser levado em consideração na hora de avaliar cada tipo de gravidez, se houve complicações no parto, prematuridade ou se correu tudo naturalmente.

Ovulação: atenuante para uma próxima gravidez

Grande parte dos obstetras afirmam que o corpo da mãe só está mais preparado para gerar outra criança a partir de um ano e meio após a última gestação.
Mulheres que amamentam pouco ou por algum motivo tiveram que parar de amamentar, tem mais chances de engravidar precocemente. Isso ocorre porque o corpo entende que é hora de estar fértil novamente, daí a ovulação pode retornar apenas 27 dias depois do parto. Imagina mamãe como esse prazo entre o parto e a ovulação é próximo, não é mesmo?
Portanto, quanto mais jovem for a mamãe, mais fértil ela será. Pesquisas indicam que muitas vezes a mulher nem se dá conta de que está grávida e pensa que por causa do parto é que a menstruação não retornou. (Saiba quanto tempo a menstruação demora para retornar após o parto)

E se eu engravidei depois do parto, o que fazer?

Caso a mãe tenha engravidado meses após a última gestação, o mais indicado é procurar imediatamente o obstetra para acompanhar de perto todo o desenvolvimento de mãe e do bebê, fazendo com que quaisquer riscos sejam minimizados.
As recomendações básicas são:
  • Evitar a carga de estresse, mantendo-se mais calma e tranquila o possível.
  • Evitar esforço físico.
  • Ingerir progesterona – segundo a indicação médica – esse hormônio ajudará a segurar o feto e a equilibrar os níveis hormonais.
  • Em casos específicos, e por recomendação do especialista, tomar suplementação.

O que fazer para evitar uma gravidez prematura?

  • Peça orientação de seu ginecologista/obstetra para começar a usar o controle de natalidade.
  • Faça tabelinha.
  • Evite ter relações após o nascimento do último filho sem métodos contraceptivos.
Jamais tome pílula sem a recomendação médica, pois existem anticoncepcionais específicos para lactantes. Algumas marcas podem fazer mal à saúde do bebê.

O que pode acontecer se houver uma nova gravidez, logo após o parto?

Pesquisas afirmam que há alguns riscos quando ocorre uma segunda gravidez quando o há um curto espaço de tempo entre a anterior. Entre elas:
  • Nascimento prematuro.
  • Nascimento abaixo do peso indicado.
  • Aborto espontâneo.
  • Má formação.
  • Morte da criança após o parto.
  • Risco de sangramento vaginal.
  • Paralisia cerebral.
  • Inflamação do endométrio.
  • Diabetes gestacional.
  • Autismo.

Mitos sobre a moleira do bebê

Os bebês são bastante frágeis, mas existem muitos mitos que envolvem os recém-nascidos, principalmente no que se refere à moleira. Quer saber o que é verdade e o que é mentira? Então confira abaixo:

Afinal, o que são as moleiras?
As moleiras, também chamadas de fontanelas, são espaços abertos no osso do crânio, no topo da cabeça do bebê. Elas possuem de dois a quatro centímetros e se fecham completamente por volta dos 18 meses de idade da criança.
As moleiras existem por motivos específicos: o primeiro é facilitar o nascimento do bebê pelo canal vaginal; o segundo é permitir que o cérebro do bebê cresça.
Verdades e mitos
  • Pode parecer estranho, mas a cabeça do bebê pode ficar deformada após o parto, devido a alterações que acontecem no momento do nascimento. Porém, os pais não precisam se preocupar, pois tudo tende a ficar normal durante os primeiros dez dias de vida da criança;

  • É raro, mas as moleiras podem se fechar antes do previsto, prejudicando o desenvolvimento do bebê, o que recebe o nome de Cranioestenose. Quando isso acontece, o cérebro não encontra espaço para seu crescimento, gerando lesões neurológicas e deformações no crânio. As causas do problema ainda não são totalmente conhecidas, mas acredita-se que infecções, hereditariedade e o uso de alguns medicamentos durante a gestação podem ser causas;

  • A região da moleira é bastante frágil, por isso não se deve apertar o local;

  • Alterações na moleira podem significar que há algo errado. Por exemplo, se a região está afundada, o bebê pode estar desidratado. Por outro lado, o inchaço da região pode significar excesso de vitamina C.

5/19/2016

10 mitos sobre o sono infantil

Será que algum dia o meu bebé vai conseguir dormir toda a noite sem interrupções? E se adormecer sempre nos meus braços, estou a ajudá-lo a aprender a dormir sozinho?
Como pais, são muitas as dúvidas que vos surgem sobre o sono dos vossos filhos e sobre como ajudá-los a ter o melhor descanso. No entanto, também são muitos os mitos existentes em torno deste tema. Por isso reunimos alguns dos mitos mais comuns, bem como a realidade que se encontra por trás deles.

Mito 1: Os recém-nascidos não precisam de um horário de sono
Realidade. Todos as crianças, inclusivamente os recém-nascidos, beneficiam de um horário regular à noite e à hora da sesta. Uma rotina tranquilizadora cria hábitos saudáveis para aprender a dormir durante toda a noite e durante o resto da vida.
Mito 2: Os bebés nunca dormem toda a noite sem acordar
Realidade. A maioria dos bebés é capaz de dormir de forma estável por volta dos 2-3 meses, embora outros não o consigam fazer até aos 6 meses de idade. Tal como os adultos, as crianças podem acordar várias vezes por noite. A maioria das vezes trata-se de micro-despertares que são impercetíveis. No caso dos lactentes, os despertares mais prolongados ocorrem entre 2 e 5 vezes por noite, de forma espontânea ou relacionada com as refeições.
Mito 3: Algumas crianças nunca dormem bem
Realidade. Todas as crianças podem aprender a dormir bem e, se uma criança não adquiriu bons hábitos de sono, pode demorar mais tempo a adormecer. É importante saber que  todas as crianças são capazes de dormir bem sozinhas. Quando existem dificuldades em conseguir que a criança tenha um sono contínuo e/ou reparador, é necessário consultar o pediatra da criança para que sejam estabelecidas as medidas apropriadas.
Mito 4: Algumas crianças não precisam de dormir a sesta
Realidade. É verdade. As crianças precisam de menos sestas de forma natural à medida que crescem. Aos 18 meses, as crianças já não dormem a sesta de manhã e, a partir dos 3-4 anos, eliminam a sesta depois do almoço. Contudo, alguns pais reconhecem que o seu filho "nunca dormiu a sesta" e, quando o obrigam, chora e protesta. Nestes casos, devemos respeitar as necessidades da criança e simplesmente deixá-la descansar sem perturbar as outras crianças caso se encontre na escola.

Mito 5: As crianças que não dormem a sesta dormem mais horas durante a noite
Realidade. Isto não é verdade. Muitas crianças que estão demasiado cansadas geralmente sentem mais dificuldade para adormecer à noite. Esse cansaço excessivo faz com que lhes seja mais difícil conciliar o sono e leva-os a acordar mais cedo pela manhã.   ….
Mito 6: Se a criança se deitar tarde, irá adormecer mais depressa e dormirá melhor.
Realidade. Não é necessariamente verdade. As crianças que se deitam tarde estão mais cansadas e num estado de alerta, o que lhes provoca dificuldade para conciliar o sono. É recomendável deitar as crianças a uma hora razoável, muito antes dos pais e, se forem detetados sinais de sonolência (bocejos, irritabilidade), é necessário adiantar a hora de ir para a cama cerca de 20-30 minutos.
Mito 7: É conveniente deixar que a criança adormeça numa cadeira de baloiço
Realidade. Embalar o bebé durante alguns minutos poderá acalmá-lo se estiver inquieto, mas é melhor que não se acostume. Dormir numa cadeira ou espreguiçadeira de baloiço durante um período de tempo prolongado mantém o bebé num sono leve não reparador.
Mito 8: A criança não deve ficar a dormir nos braços dos pais
Realidade. As crianças sentem-se seguras nos braços dos pais, onde adormecem com maior facilidade. Contudo é conveniente que, a partir das 6 semanas de vida, aprendam a adormecer sozinhos no berço.
Mito 9: Os bebés dormem toda a noite se lhes derem alimentos sólidos antes dos 4-6 meses de idade
Realidade. Muitos pais acreditam erradamente que esta técnica funciona porque mantém a criança saciada durante mais tempo, embora não seja recomendável. Os bebés têm o sistema digestivo muito imaturo e os alimentos devem ser administrados de forma sequencial, avaliando a sua tolerância de acordo com as indicações nutricionais do pediatra.
Mito 10: Se a refeição noturna (o jantar) inclui leite e/ou cereais, a criança dormirá melhor
Realidade. Esta medida deve ser tomada de forma cautelosa. Se o volume de leite e cereais for excessivo, a criança irá sentir-se saciada e poderá ter problemas digestivos. Pelo contrário, se lhe administrar a quantidade correta correspondente à sua idade e peso, pode ser benéfico devido aos efeitos do leite facilitadores do sono, que contêm fenilalanina, precursor da serotonina (que ajuda a dormir), e dos hidratos de carbono dos cereais, que bloqueiam uma substância que os mantém despertos, a hipocretina.

Mito 11: Cansar muito a criança antes de a deitar, através de brincadeiras em que tenha que correr, saltar, ou dançar, irá ajudá-lo a adormecer mais depressa.
Realidade. Isto não é necessariamente verdade visto que após um dia excitante, a necessidade de dormir supõe uma mudança sobre a atividade de que tanto estão a desfrutar. Por isso, é recomendável diminuir a atividade física das crianças depois do jantar de modo a facilitar a transição para a hora de ir dormir.
Mito 12: Os irmãos não devem dormir juntos porque um pode acordar o outro ou impedir que o outro adormeça.
Realidade. Isto não é necessariamente verdade. Se os irmãos tiverem a mesma disciplina para dormir, não existe qualquer inconveniente em que durmam juntos.
Mito 13: Colocar música relaxante antes de deitar o bebé vai acalmá-lo.
Realidade. Tal como em muitos outros casos, o final dependerá de cada criança. Algumas crianças dormem mais facilmente com música, mas também há crianças que adormecem no momento em que se desliga a música.
Mito 14: Deixar brincar a criança com mais de dois anos com jogos eletrónicos ou o telemóvel antes de se deitar ajuda-a a dormir.
Realidade. Num mundo cada vez mais "eletrónico" é cada vez mais comum utilizar o telemóvel ou certos jogos eletrónicos como distração para a criança. No entanto, este costume não é muito recomendável perto da hora de dormir, visto que a luz do ecrã "estimula" o cérebro e "bloqueia" a melatonina, impedindo a criança de conciliar o sono.
Mito 15: Deixar a criança ver um pouco televisão antes da hora de dormir pode ajudá-la a acalmar-se.
Realidade. Devemos ter cuidado com este costume visto que é recomendável fazê-lo de forma muito razoável, pouco tempo e não para além das 21h. Também dependerá do que a criança veja na TV, uma vez que certos programas podem excitá-la em vez de a acalmarem.
Mito 16: Dar-lhes um copo de leite quente com mel ajuda as crianças a dormir
Realidade. Esta afirmação está correta, visto que o leite e o mel têm efeitos calmantes sobre a criança e podem ajudá-la a conciliar o sono.

Actividades para o desenvolvimento psicomotor de bebés dos 9 aos 12 meses...

Esta é uma etapa ao longo da qual a criança vai ganhando confiança. É um período em que a deslocação é consolidada ou aperfeiçoada através do gatinhar sobre as mãos, com os braços esticados e sobre os joelhos. Superada a aprendizagem do gatinhar, a deslocação começa a ser mais sincronizada, com apoio sobre as palmas das mãos e as plantas dos pés (como um urso). Durante esta fase, o bebé consegue também utilizar outras formas de deslocação (sentado ou com uma perna flectida).
Neste período, a criança pode começar a andar. Consegue pôr-se de pé e levanta um pé enquanto se apoia sobre o outro com força. Para começar a andar, podem pegar-lhe primeiro pelas duas mãos e, posteriormente, por uma. Mais tarde, poderá apoiar-se nos móveis.
É capaz de pegar num objecto pequeno fazendo força com o dedo polegar e o indicador.
Quando o chamam pelo nome, reconhece-o e responde. Repete palavras simples, como papá e mamã, mostrando a sua evolução na linguagem oral.
Nesta etapa surgem os comportamentos intencionais, isto é, a criança é capaz de coordenar meios e fins. As suas acções têm uma intenção óbvia, destinam-se já a alcançar um objectivo e parecem mais “inteligentes” do que nas etapas anteriores. Consegue, por exemplo, largar um peluche para pegar num carrinho. Esta sequência de meios-fins tem uma importância vital no desenvolvimento do conceito do objecto.
Durante este período, o bebé já consegue interpretar indícios de acontecimentos imediatos que não estão directamente ligados ao seu próprio comportamento sob a forma de estímulo-resposta. Portanto, é capaz de prever que algo do mundo exterior vai acontecer. Isso ajuda-o a começar a compreender que o mundo exterior obedece a uma ordem e que ele tem um certo controlo sobre si mesmo.
Contrariamente ao estádio anterior, a partir de agora o bebé é capaz de imitar comportamentos diferentes das suas actividades habituais. Isto quer dizer que, de agora em diante, consegue aprender por imitação, ou seja, consegue aprender o que os outros fazem simplesmente observando. A aprendizagem através da observação é uma fonte muito importante de progresso intelectual e evolutivo. Além disso, o bebé é capaz de imitar acções, embora não se veja nem se ouça a si mesmo a realizá-las.
Nesta idade, brincar começa a tornar-se uma actividade muito mais divertida e lúdica para o bebé. Começa a divertir-se com o “meio” e não apenas com o “fim”. Isto é, é capaz de ignorar porque é que leva a cabo uma acção para exercitar o meio por simples prazer. Por exemplo, gosta de esticar uma corda à qual um brinquedo está atado, esquecendo o motivo pelo qual a estica (para poder alcançar o brinquedo).
A brincadeira, tal como a imitação, começa a converter-se num instrumento característico do desenvolvimento intelectual, constituindo um elemento fundamental para a aprendizagem e para o desenvolvimento mental da criança. 

Actividades de estimulação

• Nesta etapa, podem gatinhar ao lado do bebé.
• Brinquem atirando-lhe a bola e incentivando-o a devolvê-la.
• Preparem tachos ou caixas. Façam com que a criança as abra e veja os objectos que estão no seu interior. Podem brincar a colocar e a retirar os objectos do seu interior.
• Com o bebé sentado no berço, podem mostrar-lhe um brinquedo do lado de fora, estimulando-o por gestos a pôr-se de pé (com a ajuda das grades do berço). Depois de o conseguir, dêem-lhe o brinquedo para que segure nele com a mão, incitando-o assim a permanecer de pé apoiando-se só com uma mão.
• Podem colocar brinquedos no fundo do berço enquanto a criança estiver de pé, para estimulá-la a sentar-se e a agarrar neles.
• Ponham a criança perto de uma cadeira e estimulem-na a pôr-se de pé agarrando-se às pernas da mesma, enquanto um de vós está sentado nela para evitar que caia.
• Peguem na criança por uma ou por ambas as mãos e façam-na andar aproximando-a de um espelho. Podem fazer caretas e rir-se para que vos imite e se reconheça ao espelho.
• Peguem numa bola e atirem-na, para que role pelo chão, e incentivem a criança a ir atrás dela, dando-lhe a mão.
 

4/26/2016

Dicas para continuar a amamentar após a licença maternidade

Quando a licença maternidade vai se aproximando do final, é normal que as mães sintam-se um pouco ansiosas. É que já começa a preocupação com a amamentação do bebê. Se antes mãe e filho estavam juntinhos 24 horas por dia e a criança podia ser amamentada a qualquer hora do dia, isso vai mudar um pouquinho. Mas não se desespere, veja como é possível conciliar a volta ao trabalho com o aleitamento de seu bebê.

Retirando o leite materno
O fato de você não poder amamentar não significa que ele não vai mais tomar o leite materno. Ele vai sim. Pois você vai fazer a retirada do leite e o armazenamento correto para que ele seja servido na mamadeira.
Para retirar o leite, você pode usar a forma manual, a bombinha manual ou a bombinha eléctrica. Faça o teste ou converse com suas amigas para saber qual será a melhor opção. Retire o leite depois de amamentar seu bebê ou depois de mais ou menos uma hora e meia, tempo necessário para suas mamas se encherem novamente.


Fazendo o banco de leite do bebê
Depois de fazer a retirada, você vai precisar armazenar o leite. Coloque-o em botes de vidro esterilizados – ferva-os por cerca de 10 minutos, coloque-os sobre um guardanapo limpo e deixe-os secar naturalmente.
O leite pode ficar armazenado na geladeira por até 24 horas. No freezer o tempo é maior, de até 15 dias. Conforme você for armazenando, coloque etiquetas para se lembrar das datas.
Você pode inclusive retirar o leite para o bebê enquanto estiver no trabalho. Tente fazer nas horas que costumava amamentar o pequeno. Para isso, procure um local tranquilo e limpo, como a cozinha da empresa. Para fazer o transporte para casa, use uma bolsa térmica.